Adalto Santos em Discurso

Exposição criminosa na UFPE tenta deturpar a fé cristã

  • 10 de junho de 2018

O Deputado Adalto Santos repudia a exposição coletiva “Tramações: Cultura Visual, Gênero e Sexualidades”, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

O que se encontra nesta exposição é o escarnio a Jesus Cristo, Maria, os santos da fé católica e a Bíblia sagrada, associando estes personagens e objetos sacros a cenas de violência, sexo e mutilação. Adalto Santos

Na exposição, entre outros cenários estão as peças de título ”A garantia do céu” onde em um quarto, uma boneca está amarrada de forma violenta na cama, com uma imagem de Cristo crucificado na parede. Ainda compondo a cena existem artefatos de culto, um altar, terço romanístico, crucifixo, bíblia, água benta e uma vela em formato de vagina. Em outra parte ainda há uma bíblia da mulher cristã, rasgada e riscadas, com um ânus feminino desenhado em suas páginas e uma vagina feita em crochê colada, escrito nela “esta bíblia foi concebida sem pecado”.

Para o parlamentar, a instituição esquece que a liberdade de expressão artística tem limites em princípios, direitos e liberdades de mesma hierarquia, no caso, o Direito Humano e Fundamental à liberdade religiosa (art. 5º, VI, da CF/88): “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Direitos individuais não são absolutos, isto é claramente ultrajado pelos organizadores desta exposição, cometendo o crime de vilipêndio público aos atos e objetos de culto religioso. Adalto Santos

As peças são expostas a adolescentes a partir de 14 anos, contrariando art. 227 da constituição e a Lei nº 8.069/90 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Diante deste cenário, Adalto Santos propõe a união de parlamentares para frear as intenções de desmoralizar a fé de cada um de forma violenta e lamentável em nosso estado.

“Vamos unir as forças desta Casa e do Governo do Estado, acionar o Ministério Público e pedir que essa exposição seja encerrada”. Adalto Santos.